Fronteira Festival
Data do Fronteira Festival / date
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Premiação

Premiação do IV Fronteira

Competitiva Internacional de Longa-metragem

- Melhor Filme - Júri Oficial

Tremor – É Sempre Guerra (Tremor – Es isimmerKrieg), Annik Leroy (Bélgica, 2017, 92 min)


“Uma investigação corajosa e direta sobre a permanência do trauma europeu, com suas angústias, tristezas e equívocos que aparentemente nunca terminam, e, ao mesmo tempo, um lúcido questionamento dessa posição e atitude, com um final que aposta na alegria e na esperança.”


- Prêmio Especial do Júri - Júri Oficial

Eu Sou o Rio, Anne e Gabraz (Brasil, 2017, 78 min)


“Radical retrato do artista em seus momentos entre a criação e a devastação, com intimidade respeitosa, ótimo trabalho de câmera na captura das performances, opções estéticas adequadas e uma antológica sequência pós-créditos.”


- Melhor Filme - Júri Jovem

Era Uma Vez Brasília, Adirley Queirós (Brasil, 2017, 99 min) 


“O filme nos propõe uma visão radicalizada sobre os efeitos do golpe político na sociedade, mostrando uma etnoficção de classe social em meio à periferia de Ceilândia. Os personagens sociais nos evocam os desejos de um sociedade mais justa e um novo começo político. Criticando de forma direta e filosófica o ato humano de apenas falar e não ter nenhuma ação real sob o problema, evidenciando a hipocrisia brasileira e a sua negligência nos problemas reais.”


- Melhor Filme - Júri Popular

Era Uma Vez Brasília, Adirley Queirós (Brasil, 2017, 99 min) 



Competitiva Internacional de Curta-metragem


- Melhor Filme - Júri Oficial

Babilônia (Babylon), Keith Deligero (Filipinas, 2017, 20 min)


“A surpreendente e surreal abordagem da comédia no contexto de uma Filipinas à beira de um ataque tirânico, revelando uma capacidade de invenção cômica raramente vista na cena experimental.”


- Prêmio Especial do Júri - Júri Oficial

Rosa, SaifAlsaegh (EUA, 2018, 17 min)


“Poema audiovisual delicado e ao mesmo tempo rigoroso, o filme investiga com precisão de meios e metáforas poderosas a ameaça que acompanha o tempo, o desgaste do tempo, a tentativa de extinção da memória e de toda uma cultura.”


- Menção Honrosa - Júri Oficial

Travessia, Safira Moreira (Brasil, 2017, 5 min)

“Primeiro gesto audiovisual brasileiro endereçado às lacunas, esquecimentos e violências de toda uma sociedade, trabalhado com delicadeza, carinho e atenção para com os poderes do tempo que se fixa em uma fotografia, em uma câmara cinematográfica e em todas as nossas memórias com espectadores.”


- Melhor Filme - Júri Jovem

Babilônia (Babylon), Keith Deligero (Filipinas, 2017, 20 min)

“O filme é despretensioso ao trazer à tona o lado mais sujo dos regimes ditatoriais, trabalhando com aspectos de uma narrativa fantástica. O filme denuncia essa política moralista e autoritária que contribui gradativamente com o extermínio dos grupos marginalizados da sociedade. Ainda de forma sarcástica, temos uma obra que nos propõe não só reflexão sobre o contexto em que vivemos, mas também uma sensação de redenção capaz de despertar desejo real por rebeldia.”


- Melhor Filme - Júri Popular

Chama (Polte), Sami Van Ingen (Finlândia, 2018, 15 min) 




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